Quadros sem identificação
Ninguém sabe exatamente o que cada disjuntor desliga. Qualquer manutenção começa por desligar o circuito errado.
Elétrica predial · Condomínio
A elétrica de um condomínio é dividida em duas partes: a de cada unidade, que é do morador, e a das áreas comuns, que é do condomínio — quadros de serviço, bombas, portões, iluminação de corredores e garagem, e cada vez mais os pontos de recarga de carro elétrico. É dessa segunda parte que o síndico responde, e é ela que costuma ter anos de ampliações sem revisão.
Eletricista - Técnico em Eletrotécnica registrado no CFT / CRT-SP (Conselho Regional dos Técnicos Industriais), com TRT quando aplicável.
Falar sobre o condomínio pelo WhatsAppPor isso o trabalho em condomínio começa por uma avaliação das áreas comuns, com medições e um relatório que o síndico pode levar à assembleia. A partir dele, o condomínio decide o que fazer e em que ordem.
Ninguém sabe exatamente o que cada disjuntor desliga. Qualquer manutenção começa por desligar o circuito errado.
Quando a bomba divide o circuito com outras cargas, um desarme na iluminação pode deixar o prédio sem água.
Moradores instalam carregadores na própria vaga, puxando energia de onde der, sem circuito exclusivo e sem que o condomínio saiba quanto aquilo soma na entrada de energia.
O orçamento sai por escrito a partir dessa avaliação, com o que será feito, o que está incluído e o que não está.
O síndico e a administradora recebem o escopo por escrito antes da execução. Quando o condomínio pede a formalização da responsabilidade técnica, emitimos o TRT — Termo de Responsabilidade Técnica. Ao fim do serviço, entregamos um relatório numerado com o que foi executado e as medições efetuadas, e o serviço é faturado com nota fiscal.
Quando combinado, executamos nos horários que menos interferem na rotina dos moradores, dentro das regras de obra do prédio.
Sim. Avaliamos as condições da instalação das áreas comuns, com medições registradas e um relatório que o síndico pode apresentar à assembleia.
Começa pela entrada de energia do prédio e pela forma de medir o consumo de cada vaga, que é decisão do condomínio. A partir disso, executamos a infraestrutura com circuito exclusivo por vaga. Os detalhes estão na nossa página de instalação elétrica para carregador.
Sim. O TRT — Termo de Responsabilidade Técnica — formaliza quem responde tecnicamente pelo serviço. Se a administração pedir "a ART", o TRT cumpre a mesma função para o técnico registrado no CFT / CRT-SP.
Não. Cuidamos da alimentação elétrica da casa de máquinas; a manutenção do elevador é da empresa responsável por ele.
Conte o que está acontecendo ou o que o condomínio pretende fazer. Para o síndico e a administradora, o orçamento sai por escrito, com escopo e relatório. Avaliamos a instalação e apresentamos o orçamento por escrito. Atendemos São Paulo, Grande São Paulo e ABC; o atendimento é confirmado de acordo com o endereço e as características do serviço.
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