Instalação elétrica · carro elétrico e híbrido plug-in

Instalação elétrica para wallbox e carregador de carro elétrico

Preparamos a infraestrutura elétrica para o wallbox ou para o carregador portátil, do quadro de distribuição até a vaga, conforme a ABNT NBR 17019 e a NBR 5410, com responsabilidade técnica registrada.

O carregador você compra onde preferir. A instalação elétrica que o faz funcionar com segurança é o nosso serviço.

  • ✓ Circuito exclusivo, com cabo e proteção calculados para a corrente do carregador
  • ✓ DR adequado ao modelo do carregador, DPS e aterramento verificado
  • ✓ Padrão de entrada avaliado antes de fechar o orçamento
  • ✓ Eletricista - Técnico em Eletrotécnica registrado no CFT / CRT-SP, com TRT quando aplicável e garantia de 1 ano na mão de obra

Orçamento sem compromisso, mesmo quando a avaliação é presencial. Com a foto do quadro e o modelo do carro, já adiantamos boa parte da avaliação antes da visita.

Carro elétrico carregando em vaga de garagem de condomínio, com wallbox fixado na parede e cabo conectado ao veículo
Imagem ilustrativa.

O serviço

Somos instaladores da infraestrutura, não revendedores do equipamento

Executamos a instalação elétrica que alimenta o carregador, do quadro de distribuição até a vaga — para o wallbox fixo na parede ou para o carregador portátil que costuma vir com o carro.

Como não ganhamos nada na venda do equipamento, a recomendação técnica não tem conflito de interesse: se a sua rotina não justifica um wallbox de 11 kW, dizemos isso, mesmo que o orçamento fique menor.

O que não é o nosso serviço

  • ✕ Venda do wallbox ou do carregador portátil. Orientamos a escolha pelo que a instalação suporta, sem vínculo com fabricante.
  • ✕ Assistência técnica do equipamento. É com o fabricante. A instalação feita conforme o manual é o que preserva a garantia dele.
  • ✕ Definição da medição no condomínio. Orientamos a conversa; quem define o arranjo é o condomínio, com a concessionária.

Ainda não comprou o carregador? É o melhor momento.

Feita antes, a instalação entra no ritmo da casa: dá para escolher o melhor percurso, corrigir o que estiver fora de norma no quadro e dimensionar com folga. E você escolhe o carregador com liberdade, em vez de deixar o orçamento da instalação decidir qual equipamento cabe.

Sem aumento de padrão, a preparação costuma ficar pronta em um dia. Quando o carregador chegar, é ligar — e, se preferir, voltamos para fazer essa ligação.

Por que é diferente

Recarregar carro não é ligar mais um eletrodoméstico

Um chuveiro puxa muita corrente por dez minutos. Um carregador de carro puxa corrente alta por seis, oito, dez horas seguidas, madrugada adentro. Isso se chama carga contínua, e muda o dimensionamento: o cabo que aguenta o pico do chuveiro não necessariamente aguenta a recarga, porque o problema não é o pico — é o calor acumulado ao longo de horas, dentro de um eletroduto, dentro da parede.

Por isso o carregador tem circuito exclusivo, saindo do quadro, com cabo e proteção dimensionados para essa utilização contínua. E por isso a tomada que já existe raramente serve: numa tomada comum, em circuito compartilhado, o cabo aquece dentro da parede e o plugue pode derreter, muitas vezes sem o disjuntor desarmar. Já encontramos tomada carbonizada por trás do espelho.

A norma brasileira trata o assunto da mesma forma: a ABNT NBR 17019 manda dimensionar o circuito de recarga para a corrente máxima do carregador, o tempo todo. Os critérios estão em Conheça as normas que atendemos.

Avaliação e execução

O que avaliamos e executamos

Antes de instalar o carregador, avaliamos o quadro de distribuição, o padrão de entrada, o percurso até a vaga, o dimensionamento dos condutores, o aterramento e as proteções necessárias.

A partir dessa avaliação, definimos o circuito exclusivo, o disjuntor, o DR e o DPS adequados ao carregador e às características da instalação. O ponto de recarga pode ser uma tomada de 20 ou 32 A, uma tomada industrial ou um ponto preparado para a ligação direta do wallbox. Quando o quadro não comporta o novo circuito, montamos um quadro próprio para a recarga; quando o padrão de entrada não comporta a carga, cuidamos do aumento de carga junto à concessionária.

Na entrega, registramos as medições das tensões entre fase, neutro e terra e o teste de atuação do DR.

Entenda as proteções

Disjuntor

Protege o cabo contra sobrecarga e curto-circuito. É dimensionado para corrente alta por horas, não para o pico de um chuveiro. Se o cabo é fino demais para a carga, trocar o disjuntor por um maior "para parar de desarmar" só remove o aviso e mantém o problema aquecendo dentro da parede.

O padrão de entrada entra na mesma conta. Um wallbox pode somar mais carga do que todo o resto da casa, e um padrão dimensionado anos atrás, para outra realidade de consumo, pode não comportar. É melhor descobrir na visita do que com o disjuntor geral desarmando.

DR

Protege as pessoas contra choque e fuga de corrente. O DR comum — tipo AC, o mais barato e o mais vendido — não enxerga fuga de corrente contínua. E o carregador de carro elétrico, por causa da eletrônica de potência que tem dentro, pode produzir exatamente esse tipo de fuga.

O problema é de física, não de qualidade do dispositivo. Uma pequena corrente contínua de fuga satura o núcleo magnético do DR e o cega: ele deixa de detectar também as fugas em corrente alternada, que deveria ver. O DR fica lá, aparentemente funcionando, e não protege mais ninguém. Há dois caminhos:

  • DR tipo B. Detecta fuga em corrente alternada e em corrente contínua. Resolve sozinho; é a solução mais completa, com valor maior.
  • DR tipo A + detecção de 6 mA em corrente contínua. Muitos wallboxes já trazem de fábrica um detector de corrente contínua residual (RDC-DD, conforme a IEC 62955) que atua em 6 mA. Quando o carregador tem esse recurso — confirmado no manual —, um DR tipo A de 30 mA no quadro atende, com custo bem menor.

Por isso perguntamos o modelo exato do carregador antes de fechar o orçamento. Sem ele, a escolha entre os dois é um palpite: ou se gasta a mais sem necessidade, ou se entrega uma instalação que não protege.

DPS

Um wallbox não é uma tomada: é um equipamento eletrônico, com placa de controle, contator, medição de corrente, comunicação com o carro pelo cabo e, em muitos modelos, Wi-Fi e aplicativo.

Surto é um pico de tensão de curtíssima duração que entra pela rede elétrica: raio caindo nas proximidades, manobra da concessionária, galho encostando na fiação, a energia voltando depois de uma queda. Disjuntor e DR não foram feitos para esse pico — ele passa antes de qualquer um dos dois atuar e chega direto à placa do carregador. Durante a recarga, com o contator fechado, pode atingir também o carregador de bordo do carro.

O DPS — Dispositivo de Proteção contra Surtos, instalado no quadro, desvia esse pico para a terra antes que ele alcance o equipamento. E dano por surto costuma ficar fora da garantia dos fabricantes. Na instalação, isso significa:

  • DPS no quadro que alimenta o carregador. Classe II, adequado à rede local e ligado com condutores curtos. A NBR 5410 recomenda no máximo 0,5 m de ligação no total: cabo comprido até o DPS reduz a proteção que ele entrega.
  • Segundo DPS junto ao wallbox, quando a vaga é longe. Em percurso longo, o próprio cabo capta surto no caminho. Um DPS perto do carregador protege o trecho final, que o DPS do quadro não alcança.

Aterramento

O DPS não absorve o surto: ele o desvia para o condutor de proteção. Se esse condutor não chega a um aterramento de verdade, o surto não tem para onde ir, e a atuação do DPS fica comprometida.

O aterramento também protege quem encosta no carro. Durante a recarga, a carroceria fica ligada ao terra da instalação pelo cabo do carregador. Numa falha de isolamento, é por esse caminho que a corrente escoa e o DR desarma na hora. Sem um condutor de proteção adequado, uma falha de isolamento pode deixar partes metálicas em condição perigosa, e a proteção contra choque pode não atuar da forma prevista.

Na prática encontramos casa sem condutor terra, tomada de três pinos com o pino terra solto e "terra" improvisado no neutro. Muitos wallboxes conferem o aterramento antes de liberar a carga — e o cliente acha que o carregador veio com defeito. Por isso:

  • Aterramento verificado, não presumido. Conferimos o aterramento existente na visita. Quando ele não atende — ou não existe —, instalamos eletrodo novo e fazemos a equipotencialização no quadro.
  • Condutor de proteção contínuo até a vaga. O fio terra segue junto com o circuito, do quadro até o wallbox, sem emenda improvisada e sem "terra" tirado do neutro.
  • Medição entre fase, neutro e terra. Diferença fora do esperado entre essas tensões indica problema no aterramento ou no neutro — e há wallbox que se recusa a carregar nessa condição.
Perguntas para comparar orçamentos

Instalação elétrica é difícil de comparar: dois orçamentos com valores diferentes podem descrever serviços diferentes. Estas cinco perguntas ajudam na comparação — e valem também para nós.

  1. 1 "Qual vai ser a bitola do cabo, e como você chegou nela?"A resposta precisa passar pela corrente do carregador e pela distância até o quadro.
  2. 2 "O DR vai ser tipo A ou tipo B?"Depende do modelo do carregador. Se o modelo não foi perguntado, a escolha não foi feita com base nele.
  3. 3 "Como está o meu aterramento? Você conferiu?"Conferir aterramento exige medição — no mínimo, das tensões entre fase, neutro e terra.
  4. 4 "O meu padrão de entrada comporta essa carga?"A resposta só existe depois de olhar o padrão e a carga já instalada no imóvel.
  5. 5 "Vai sair algum documento de responsabilidade técnica?"TRT ou ART, conforme a formação do profissional. É o documento que formaliza quem responde pelo serviço.

Tipos de instalação

Carregador portátil ou wallbox: os dois caminhos

Os dois funcionam bem quando a instalação é feita para eles. A escolha depende do carro e da sua rotina.

Carregador portátil Wallbox
O que é O carregador que veio com o carro, ligado numa tomada Carregador fixo na parede, comprado à parte
Potência típica Até ~3,5 kW ~7 kW (bifásico) ou ~11 kW (trifásico)
Bateria de 50 kWh ~16 h ~8 h ou ~5 h
O que a instalação pede Tomada 2P+T de 20 A (NBR 14136) em circuito exclusivo, com DR e DPS Tomada industrial ou ligação direta, cabo de bitola maior, DR adequado ao modelo e DPS
Para quem Quem roda pouco e carrega toda noite Quem roda muito ou tem dois elétricos

A escolha depende principalmente da potência que o carro aceita, de quantos quilômetros você roda por dia e da distância entre o quadro e a vaga.

Quem manda no tempo de recarga é o menor dos dois: o carregador ou o carregador de bordo do veículo. Não adianta um wallbox de 11 kW se o carro só aceita 7 kW.

Quanto tempo leva para carregar, na prática
Forma de recarga Potência Bateria de 50 kWh Perfil de quem usa
Tomada comum, sem circuito dedicado ~2,2 kW ~25 h Ninguém. É o improviso que compromete a instalação.
Tomada 20 A em circuito dedicado (carregador portátil) ~3,5 kW ~16 h Roda pouco e carrega toda noite.
Wallbox 220 V, 32 A — ~7 kW ~7 kW ~8 h Uso urbano típico.
Wallbox trifásico, 32 A — ~11 kW ~11 kW ~5 h Roda muito ou tem dois carros.
Wallbox trifásico de alta potência ~22 kW ~2 h 30 Raro em residência; poucos carros aceitam.

Tempos aproximados de 0 a 100% numa bateria de 50 kWh — energia dividida pela potência, com cerca de 10% de perdas. O tempo real depende do carregador de bordo do veículo, da temperatura da bateria e da carga inicial; os últimos 20% são sempre mais lentos. A primeira linha está aí como alerta, não como opção.

Quer saber o que a sua instalação precisa?

Envie o modelo do carro e, se já tiver, o modelo do carregador. Uma foto do quadro também ajuda a antecipar a avaliação.

Enviar pelo WhatsApp

Quadro de proteção

Mobi Box ou quadro de proteção montado para a instalação

O Mobi Box é um quadro de proteção dedicado à recarga. Dependendo do carregador e das características da instalação, podemos utilizá-lo para reunir as proteções do circuito em um gabinete próprio.

Também podemos montar o quadro com componentes separados, dentro do quadro existente ou em uma caixa própria. A solução depende da instalação.

A configuração pode incluir disjuntor, DR, DPS, tomada industrial e medidor, conforme o carregador e as características da instalação.

Ver os modelos que instalamos

Trabalhamos com modelos de fabricantes como Clamper e Steck.

Quadro Clamper Mobi Box na cor branca, com disjuntor, DR e dois módulos de DPS visíveis atrás da tampa transparente
Clamper Mobi Box, versão branca. Imagem do fabricante.
Quadro Clamper Mobi Box na cor preta, mesmo conteúdo interno da versão branca
Clamper Mobi Box, versão preta. Imagem do fabricante.
Quadro protetor de carregador veicular da Steck, com disjuntor, DPS e DR tipo A
Modelo da Steck. Imagem do fabricante.

Também em versão com medidor digital de consumo e tomada industrial embutidos. O medidor registra a energia consumida na recarga.

Onde instalamos

Casa, condomínio ou empresa: cada um é uma obra diferente

Residências

Em casas e apartamentos, avaliamos o quadro, o padrão de entrada, o trajeto do circuito e o local de instalação. A solução pode ser um carregador portátil com circuito adequado ou um wallbox.

Condomínios

Em condomínios, além da instalação elétrica, pode ser necessário avaliar o percurso dos cabos, áreas comuns, medição de energia e regras internas do condomínio. Podemos executar a infraestrutura e a instalação conforme as características da obra.

Empresas

Para empresas, condomínios comerciais e indústrias, avaliamos a infraestrutura disponível e a necessidade de uma ou mais estações de recarga, considerando a carga existente e a expansão prevista.

A instalação em garagem de condomínio

Numa garagem coletiva, o que define a obra é o percurso da alimentação até a vaga, quase sempre atravessando área comum, e a forma como o consumo de cada morador vai ser medido.

Executamos a infraestrutura elétrica de cada ponto de recarga: circuito exclusivo, proteção dedicada na própria vaga, com eletrodutos aparentes e eletrocalha dimensionados para receber novos pontos conforme outros moradores aderirem. Preparar o caminho uma vez, com folga, costuma sair mais em conta do que uma nova instalação a cada vaga.

  • •Circuito exclusivo por vaga, dimensionado para carga contínua
  • •Quadro de proteção em cada ponto, com disjuntor, DR e DPS
  • •Medição individual do consumo, quando é essa a opção do condomínio
  • •Infraestrutura preparada para ampliação, para novas adesões

A medição é o ponto que costuma decidir a viabilidade, porque a energia da recarga não deve entrar no rateio do prédio. Quem define o arranjo é o condomínio: medidor separado junto à concessionária, ou medição em quadro intermediário ou no próprio carregador. Orientamos a conversa e executamos a instalação conforme a decisão tomada.

A documentação costuma pesar mais que a parte técnica: o síndico precisa saber quem responde tecnicamente pela obra, e a assembleia quer entender como o consumo vai ser medido. Emitimos o TRT, apresentamos o escopo por escrito e executamos dentro das regras de obra do prédio — horário permitido, elevador de serviço, proteção de área comum.

Dois carregadores de carro elétrico fixados em pilar de garagem de condomínio, cada um com seu quadro de proteção logo abaixo, entre duas vagas ocupadas
Imagem ilustrativa: dois pontos de recarga no mesmo pilar, cada um com quadro de proteção próprio.

Passo a passo

Como funciona, do primeiro contato à entrega

  1. 1 Você informa o modelo do carro e, se já tiver, o do carregador — com uma foto do quadro, pelo WhatsApp ou pelo formulário.
  2. 2 Avaliamos as características da instalação, na visita técnica sem compromisso.
  3. 3 Definimos a infraestrutura necessária.
  4. 4 Apresentamos o orçamento por escrito, item por item.
  5. 5 Agendamos a execução. Sem aumento de padrão, costuma ficar pronta em um dia.
  6. 6 Entregamos o serviço documentado: medições, relatório e TRT quando aplicável.
Celso Rogerio Pecuraro, responsável técnico da Iluminic, de capacete e cinto de ferramentas em uma sala de painéis elétricos

Responsabilidade técnica

Quem responde tecnicamente pela instalação

Celso Rogerio Pecuraro — Eletricista - Técnico em Eletrotécnica, CFT / CRT-SP

A instalação é executada sob responsabilidade técnica de profissional registrado no CFT / CRT-SP (Conselho Regional dos Técnicos Industriais). Quando aplicável, emitimos o TRT — Termo de Responsabilidade Técnica, o documento que formaliza quem responde pelo serviço e que o condomínio, a seguradora ou a concessionária podem pedir.

Trabalho com instalação elétrica industrial, residencial, comercial e de condomínio em São Paulo, com mais de 10 anos de experiência em elétrica. A responsabilidade técnica das instalações de recarga é minha: dimensiono o circuito, acompanho a execução e assino o TRT quando o caso pede. Não há intermediário entre você e quem responde pela obra.

TRT e ART: qual é a diferença

São documentos equivalentes, emitidos por conselhos diferentes conforme a formação do profissional. O engenheiro é registrado no CREA e emite ART; o técnico industrial é registrado no CFT / CRT-SP e emite TRT. Os dois formalizam a mesma coisa: quem é o responsável técnico pela obra. Se o condomínio ou a seguradora pedir "a ART da obra", o TRT cumpre a mesma função; se a administração do prédio tiver dúvida, mandamos a fundamentação por escrito.

Lei nº 13.639/2018
Criou o CFT e os CRTs, dando aos técnicos industriais conselho profissional próprio, fora do sistema Confea/CREA.
Resolução CFT nº 055/2019
Tornou obrigatória a emissão de TRT nos serviços de competência do técnico industrial.
Resolução CFT nº 074/2019
Define a atribuição do Técnico em Eletrotécnica: projetar e dirigir instalações de até 800 kVA.
Enel SP — Comunicado Técnico CT-75
Trata da apresentação de ART, RRT ou TRT nas solicitações de serviço à distribuidora.

O que você recebe

O serviço não termina quando o carregador começa a funcionar

Depois da execução, você recebe um relatório numerado com o registro do serviço, medições, materiais aplicados, eventuais pendências e garantia. Quando aplicável, também fornecemos o TRT.

Assim, você fica com um registro do estado da instalação no momento da entrega — útil para o condomínio, para a seguradora e para qualquer profissional que venha depois.

O relatório registra, de forma objetiva:

  • ✓ Número e data do serviço, com o responsável técnico e o registro no CFT / CRT-SP
  • ✓ Cada serviço executado e os materiais aplicados, item por item
  • ✓ Medições de entrega com o valor aferido e teste de atuação do DR
  • ✓ Observações técnicas e eventuais pendências
  • ✓ Valor da mão de obra, com o escopo delimitado
  • ✓ Termo de garantia de 1 ano na mão de obra: o que cobre e o que não cobre
Relatório de um serviço real de preparação para carregador, executado em setembro de 2026. Os dados do cliente estão protegidos. Ver o relatório completo (PDF)
O que a garantia cobre e o que não cobre

Cobre

Qualquer serviço descrito no relatório que apresente falha de execução: emenda ou conexão que se solte, aperto insuficiente, componente mal fixado, erro de ligação ou de identificação de circuito.

Não cobre

  • ✕Queima ou defeito de componentes — respondem pela garantia do próprio fabricante
  • ✕Surto, descarga atmosférica, oscilação ou interrupção da rede da concessionária
  • ✕Sobrecarga ou ligação de equipamento não previsto no serviço
  • ✕Intervenção de terceiros no quadro ou nos circuitos atendidos
  • ✕Infiltração, umidade, roedores, vandalismo, incêndio e outras causas externas

Preferimos dizer o que não cobrimos a prometer o que não dá para cumprir.

Quem já contratou

O que dizem os clientes da nossa elétrica

★★★★★

"Profissional super capacitado com preço justo."

Avaliação no Google, setembro de 2026

Ver avaliações no Google

★★★★★

"Trabalho muito profissional e com muita eficiência Indico. Fez a instalação do padrão de entrada elétrica da obra e instalação de câmeras residencial no Jardim São Caetano."
Claudenice S. Elétrica, Infraestrutura, Segurança Eletrônica

★★★★★

"Profissional competente e habilidoso. Bastante cuidadoso e correto no trabalho executado. Confiável e responsável! Super indico a Iluminic."
Dra. Marina A. P. MAPE Odontologia Iluminação, elétrica, infraestrutura e execução de obra

★★★★★

"Na reforma de nossa loja de carros contratamos a Iluminic para refazer toda a elétrica e a iluminação criativa da loja. Os serviços foram muito bem feitos."
R. G. Groh Multimarcas — revenda de veículos Iluminação, elétrica e infraestrutura

Depoimentos de clientes reais de elétrica e iluminação, publicados com autorização.

Problemas comuns que encontramos no dia a dia

Instalar um carregador parece questão de levar um cabo até a garagem e pôr uma tomada. Na prática, encontramos instalações sem o dimensionamento adequado, com proteções incompatíveis e circuitos que não foram preparados para uma carga elevada durante horas. Muitas parecem funcionar no começo; os problemas aparecem depois — aquecimento, desarme de proteção, danos em componentes ou necessidade de refazer a instalação. Por isso, primeiro avaliamos a instalação; depois definimos o que precisa ser feito.

Os casos citados são de instalações executadas por outros profissionais e avaliadas depois por nós.

Instalação antiga dentro de parede de tijolos, com fios expostos, emendas feitas com fita isolante e caixas de passagem deterioradas

Antes: emendas com fita isolante, caixas deterioradas.

A mesma parede de tijolos depois do serviço, com infraestrutura aparente em condulete e emendas feitas com conectores de alavanca

Depois: condulete e conectores de alavanca.

A mesma parede, numa obra de elétrica residencial da Iluminic — não é instalação de carregador, mas é o padrão de execução que o circuito de recarga também recebe.

Esses exemplos mostram por que a avaliação da instalação vem antes da definição do serviço.

Conformidade

Conheça as normas que atendemos

A instalação é realizada considerando as normas técnicas aplicáveis ao tipo de instalação, ao carregador e às características do local.

Entre as referências utilizadas estão a ABNT NBR 5410, relacionada às instalações elétricas de baixa tensão, e a ABNT NBR 17019, que trata especificamente das instalações elétricas de alimentação de veículos elétricos.

Conheça os critérios técnicos utilizados

A ABNT publicou, em 2022, a NBR 17019, específica para instalações elétricas de alimentação de veículos elétricos. Ela complementa a NBR 5410 e estabelece requisitos próprios para os circuitos de recarga. As duas valem juntas, e a 17019 prevalece no que trata da recarga; o texto é alinhado à norma internacional IEC 60364-7-722.

Fator de demanda igual a 1. É o ponto que explica todo o resto. A NBR 17019 manda considerar que cada ponto de recarga funciona na corrente máxima, o tempo inteiro: o circuito é dimensionado sem desconto de simultaneidade, a menos que exista um sistema de gestão de carga limitando a potência. Toda a instalação de uma casa é dimensionada com fator de demanda menor que 1, porque ninguém liga chuveiro, forno e ar-condicionado ao mesmo tempo a noite inteira. O carregador é a carga residencial que não admite esse desconto.

Circuito exclusivo. Cada ponto de recarga tem o seu próprio circuito saindo do quadro, com a sua proteção contra sobrecorrente e nenhum outro ponto pendurado nele. Não é recomendação: é requisito.

Um DR para cada ponto. Cada ponto de recarga é protegido individualmente por um DR de 30 mA — não o DR geral do quadro, dividido com o resto da casa, mas um dispositivo só para aquele ponto, do tipo adequado ao carregador.

O que a NBR 5410 continua regendo. Tudo o que a 17019 não trata especificamente: o dimensionamento dos condutores, a proteção contra sobrecorrente, o esquema de aterramento, a equipotencialização e a exigência de DPS em instalação alimentada por rede aérea em região com mais de 25 dias de trovoada por ano — condição de praticamente toda São Paulo e o ABC.

Perguntas frequentes sobre a instalação elétrica para carregador

Posso usar uma tomada que já existe para carregar o carro?

Depende do circuito. Uma tomada exclusiva, dimensionada para a corrente do carregador e com as proteções adequadas, pode atender ao carregador portátil. Uma tomada comum, compartilhada com outros pontos, não é adequada para uma carga elevada funcionando por várias horas.

Qual cabo, disjuntor e DR o carregador precisa?

Depende da corrente do carregador, da distância até o quadro e do modelo do equipamento. O cabo e o disjuntor são dimensionados para a carga e o percurso; o tipo de DR depende das características do carregador.

Preciso de DPS e aterramento?

Sim. As condições do aterramento e a proteção contra surtos fazem parte da avaliação da instalação. Quando o aterramento existente não atende, ele precisa ser corrigido antes da recarga.

Meu padrão de entrada aguenta o carregador?

É uma das primeiras verificações. Avaliamos a carga existente e a capacidade do padrão. Quando é necessário aumento de carga junto à concessionária, orientamos e cuidamos dessa etapa.

Posso instalar o carregador em uma vaga de condomínio?

Sim. Avaliamos o percurso até a vaga, a infraestrutura das áreas comuns, a forma de medição do consumo e as regras do condomínio. A instalação é executada conforme o arranjo aprovado pelo condomínio.

Quanto custa e quanto tempo leva?

Como referência, numa instalação de baixa complexidade, deslocamento baixo e wallbox instalado perto do ponto de energia, a mão de obra fica em aproximadamente R$ 1.050,00, com materiais à parte. Nos casos em que é necessária a instalação de eletrodutos, fiação nova ou aumento de carga na Enel, fazemos o orçamento com visita. O valor depende principalmente da distância entre o quadro e a vaga, da potência do carregador, do percurso dos cabos, da adequação do quadro e das condições da instalação existente. Sem aumento de padrão, a execução costuma ser concluída em um dia. O orçamento é apresentado por escrito e sem compromisso.

Pronto para instalar?

Envie o modelo do carro e, se já tiver, o modelo do carregador. Avaliamos a instalação e apresentamos o orçamento.

Uma foto do quadro de distribuição adianta boa parte da avaliação antes da visita, que é sem compromisso, inclusive quando é presencial.

Enviar o modelo do carro pelo WhatsApp

Onde atendemos

Atendemos São Paulo, Grande São Paulo e ABC. Nossa base está no subdistrito de Vila Prudente, no bairro do Parque São Lucas, onde está concentrada a maior parte dos nossos clientes. O atendimento é confirmado de acordo com o endereço e as características do serviço.

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