Obra e reforma
Não tocamos a sua obra. Fazemos a elétrica dela — com responsabilidade técnica, escopo por escrito e sem disputar o serviço de quem já está lá.
Numa obra, quase tudo dá para conferir depois: o alinhamento do azulejo, o acabamento da pintura, o esquadro do batente. A elétrica não. Ela é executada, coberta por massa e revestimento, e a partir daí ninguém mais vê. O que estiver errado só aparece quando o disjuntor começa a desarmar, quando entra um ar-condicionado novo, ou no dia em que alguém sente cheiro de queimado.
É por isso que essa etapa merece um responsável próprio. Não porque quem toca a obra seja ruim no que faz — é porque dimensionar circuito, calcular queda de tensão e assinar por uma instalação é outra profissão, com outro registro.
Seu empreiteiro, pedreiro ou marceneiro toca o resto da obra normalmente. Nós executamos apenas a parte elétrica, no momento certo do cronograma. Não disputamos o serviço dele nem opinamos sobre o que não é nosso — cada um responde pelo que assina.
Muita construtora e empreiteiro prefere não carregar a responsabilidade técnica da elétrica. Entramos como subcontratados, com escopo definido por escrito, e o cliente final continua sendo do empreiteiro. Emitimos o TRT da parte elétrica em nome dele quando o contrato pede.
Recebemos o projeto, apontamos as incompatibilidades antes de começar e executamos o que foi desenhado. Projeto luminotécnico com fita em sanca, dimerização por ambiente e cena de iluminação só funciona se a infraestrutura for planejada antes do forro fechar.
Quanto mais cedo, mais barato. Mas dá para entrar em qualquer ponto.
É a hora ideal. Com a planta em mãos definimos onde vai cada ponto, quantos circuitos a obra precisa e se o padrão de entrada comporta. Decidir isso depois custa demolição.
Momento da infraestrutura: eletroduto, caixa e passagem de fio. É a última janela em que mudar de ideia ainda é barato.
Tudo que passa dentro de forro ou parede de drywall precisa estar resolvido aqui. Depois que a placa sobe e a massa seca, abrir de novo significa refazer acabamento.
Dá para entrar no meio. Fazemos o levantamento do que já foi executado, apontamos o que precisa ser corrigido e assumimos dali para frente — com escopo claro do que é nossa responsabilidade e do que veio de antes.
Escrevemos sobre a pergunta que quase todo mundo faz antes de decidir: o pedreiro pode fazer a instalação elétrica, e o que muda quando ele faz.
Ler: o pedreiro pode fazer a elétrica da obra?Neste momento estamos focados exclusivamente na parte elétrica. Isso é uma vantagem para quem já tem a obra andando: não disputamos o serviço do seu empreiteiro, entramos apenas na etapa que é nossa e saímos. O cronograma continua sendo dele.
Depende de quem vai assinar por ela. Executar a instalação é uma coisa; assumir a responsabilidade técnica formal, com TRT, é outra — e só profissional registrado no conselho pode fazer isso. Se der problema elétrico depois, é esse documento que a seguradora e o condomínio vão pedir. Vale conversar com seu empreiteiro sobre subcontratar a elétrica.
Sim, e é boa parte do que fazemos. Escopo definido por escrito, medição por etapa, nota fiscal e emissão de TRT da parte elétrica. O cliente final continua sendo seu — não fazemos contato paralelo nem oferecemos serviço por fora.
Dá. Fazemos o levantamento do que já foi executado e apresentamos por escrito o que está adequado, o que precisa ser corrigido e o que assumimos dali para frente. Deixar claro o que veio de antes protege os dois lados.
A responsabilidade técnica é de Técnico em Eletrotécnica — CRT-SP nº 11848568851. Emitimos TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) pelo sistema CFT/CRT, que formaliza a responsabilidade civil e criminal pela execução, nos termos da Resolução CFT nº 055/2019. Em obra isso não é burocracia: é quem responde se algo der errado.
É orçada por número de pontos, quantidade de circuitos e metragem de infraestrutura — não por palpite. Fazemos a visita técnica, conferimos a planta e o padrão de entrada, e enviamos o orçamento por escrito, detalhado por etapa e sem custo.
São Paulo — Zona Leste, Zona Sul e Centro — e o ABC, incluindo Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. Nossa base fica na Rua Hiléia Amazônica, 149, em São Paulo.
Com a planta, uma foto do quadro atual e a fase em que a obra está, já conseguimos adiantar boa parte da avaliação antes da visita.
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