Quadros elétricos · São Paulo, Grande São Paulo e ABC

Montagem de quadro de distribuição em São Paulo

O quadro de distribuição é onde a instalação inteira se organiza: cada circuito sai dele com a proteção calculada para o que vai alimentar. Montar um quadro novo é definir essa organização desde o início — quantos circuitos, quais proteções e quanto espaço fica livre para o que vier depois.

Eletricista - Técnico em Eletrotécnica registrado no CFT / CRT-SP (Conselho Regional dos Técnicos Industriais), com TRT — Termo de Responsabilidade Técnica — quando aplicável.

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Quando um quadro novo é montado

Montamos quadros para obras, reformas completas e ampliações, em residências, comércios e galpões, conforme nosso projeto ou o projeto de arquitetos, decoradores e engenheiros. O ponto de partida é a lista de cargas e de pontos, e não o tamanho da caixa.

Obra nova ou reforma completa
A elétrica é refeita do zero, e o quadro é definido junto com os pontos e os circuitos. A caixa é fixada na fase de alvenaria; os disjuntores e as proteções são montados depois que a fiação foi passada.
Ampliação com quadro próprio
Área gourmet, edícula, piscina, um pavimento novo ou uma cozinha com equipamentos de maior potência. Em vez de lotar o quadro existente, montamos um quadro para a ampliação, alimentado a partir do principal por um circuito dimensionado para essa carga.
Sala comercial ou ponto novo
Loja, consultório ou escritório que vai funcionar num espaço com elétrica pensada para outro uso. O quadro é montado a partir dos equipamentos que o negócio vai usar.
Galpão e área técnica
Quadros de força para máquinas, compressores e iluminação de galpão, com a proteção de cada circuito definida pela carga que ele alimenta.

Como montamos o quadro

Quatro etapas da montagem de um quadro de distribuição: caixa vazia, passagem da fiação, disjuntores montados e identificados, e quadro fechado com tampa
Montagem de quadro de distribuição numa residência em São Caetano do Sul, executada pela Iluminic: caixa embutida, passagem da fiação, disjuntores identificados e quadro fechado.
  1. Levantamos as cargas e os pontos

    Pela planta, pelo projeto ou no local: iluminação, tomadas, equipamentos de maior potência e o que já se sabe que será instalado depois, como ar-condicionado ou carregador de carro elétrico.

  2. Dividimos os circuitos

    Iluminação separada das tomadas, circuito exclusivo para cada equipamento de maior potência e separação por área, para que um problema numa parte do imóvel não desligue as outras. É a divisão que pede a NBR 5410, a norma brasileira de instalações elétricas de baixa tensão.

  3. Definimos as proteções

    Um disjuntor por circuito, calculado pela seção do fio que ele protege; DR — o dispositivo que desliga o circuito quando há fuga de corrente — nos circuitos em que a norma exige, como os de áreas molhadas; e DPS, que protege os equipamentos contra surtos vindos da rede.

  4. Dimensionamos a caixa com reserva

    A NBR 5410 pede espaço livre para ampliações, proporcional ao número de circuitos: dois espaços em quadro de até seis circuitos, três até doze e quatro até trinta. A caixa é escolhida depois dessa conta, e não antes.

  5. Montamos, identificamos e registramos

    Barramento próprio para interligar os disjuntores, barras separadas para neutro e terra, conexões com terminais e cada disjuntor identificado pelo que alimenta. O diagrama do quadro registra a montagem como ela foi executada.

O que costuma dar errado num quadro novo

A caixa escolhida antes da conta

A caixa é comprada pelo tamanho que cabe na parede, e os circuitos são encaixados no espaço que sobrou. Na primeira ampliação, não há onde colocar o disjuntor novo.

Um único DR para o imóvel inteiro

Cada fuga de corrente desliga tudo, inclusive a geladeira e a iluminação. Dividir os DR por grupos de circuitos limita o desligamento à parte da instalação onde está o problema.

Neutro e terra misturados

Neutro e terra na mesma barra depois do DR, ou neutros de circuitos diferentes trocados entre si. O DR passa a desarmar sem motivo aparente, e a reação comum é retirá-lo.

Quadro novo, troca ou reforma?

Montagem é quando o quadro ainda não existe, ou quando uma ampliação pede um quadro só para ela. Se já existe um quadro e o problema é ele — antigo, sem espaço, sem DR —, o caminho é a troca ou a reforma, e a avaliação indica qual dos dois.

O que avaliamos antes de orçar

  • ✓ A planta ou o projeto, com os pontos de iluminação, tomadas e equipamentos
  • ✓ A potência e a tensão dos equipamentos de maior consumo, pela placa ou pelo manual
  • ✓ O padrão de entrada e a carga que ele comporta, quando o quadro é o principal do imóvel
  • ✓ O local da caixa: acesso, umidade e o caminho dos eletrodutos até ela
  • ✓ O que já está previsto para depois, para deixar a reserva onde ela vai ser usada

O orçamento sai por escrito a partir dessa avaliação, com o que será feito, o que está incluído e o que não está.

O que você recebe

  • ✓ Quadro montado e identificado circuito por circuito
  • ✓ Diagrama do quadro — o desenho que mostra o que cada disjuntor protege —, como foi executado
  • ✓ Relatório numerado com o que foi feito, as medições de tensão entre fase, neutro e terra e o teste de atuação do DR
  • ✓ TRT, quando aplicável, e nota fiscal

Quem vai ao local, da avaliação à entrega, é Celso Rogerio Pecuraro, Técnico em Eletrotécnica e responsável técnico da Iluminic.

Perguntas frequentes

Vocês montam o quadro conforme o projeto do arquiteto ou do engenheiro?

Sim. Montamos conforme o projeto recebido e, quando encontramos alguma incompatibilidade com a carga ou com a norma, apontamos antes de executar. Quando não há projeto, definimos os circuitos a partir do levantamento das cargas.

Qual o tamanho certo de quadro para uma casa?

Depende do número de circuitos, que depende da casa: quantos ambientes, quais equipamentos e o que está previsto para depois. Com os circuitos definidos, somamos o espaço do disjuntor geral, dos DR, do DPS e a reserva que a NBR 5410 pede. Só então escolhemos a caixa.

Dá para montar um quadro separado para a área gourmet ou para a edícula?

Sim. É a forma mais organizada de ampliar: um quadro próprio, alimentado a partir do quadro principal por um circuito dimensionado para a carga da ampliação, com as proteções daquela área nele.

O quadro novo precisa ter DPS?

É recomendado na maioria das instalações. O DPS desvia para o aterramento os surtos que chegam pela rede, antes que alcancem os equipamentos eletrônicos, e só funciona com o aterramento em ordem — que verificamos com medição.

Em que fase da obra o quadro é montado?

A caixa é fixada na fase de alvenaria, junto com os eletrodutos. Os disjuntores e as proteções são montados depois da passagem da fiação, e a identificação e as medições ficam para o fim, com a instalação completa.

Vai montar um quadro novo?

Envie a planta, o projeto ou a lista dos equipamentos que o quadro vai alimentar. Avaliamos a instalação e apresentamos o orçamento por escrito. Atendemos São Paulo, Grande São Paulo e ABC; o atendimento é confirmado de acordo com o endereço e as características do serviço.

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